1 PARNASO DE ALÉM TÚMULO – ESPÍRITOS DIVERSOS – 1932
2 CARTAS DE UMA MORTA – MARIA JOÃO DE DEUS – 1932
3 PALAVRAS DO INFINITO – ESPÍRITOS DIVERSOS – 1936
4 CRÔNICAS DE ALÉM-TÚMULO – HUMBERTO DE CAMPOS – 1936
5 EMMANUEL- EMMANUEL – 1938
6 BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO – HUMBERTO DE CAMPOS – 1938
7 LIRA IMORTAL – ESPÍRITOS DIVERSOS – 1938
8 A CAMINHO DA LUZ – EMMANUEL – 1938
9 NOVAS MENSAGENS – HUMBERTO DE CAMPOS – 1940
10 HÁ DOIS MIL ANOS – EMMANUEL – 1939
11 50 ANOS DEPOIS – EMMANUEL – 1940
12 CARTAS DO EVANGELHO – CASIMIRO CUNHA – 1941
13 O CONSOLADOR – EMMANUEL – 1942
14 BOA NOVA – EMMANUEL – 1942
15 PAULO E ESTEVÃO – HUMBERTO DE CAMPOS – 1943
16 RENÚNCIA – CASIMIRO CUNHA – 1944
17 REPORTAGENS DE ALÉM-TÚMULO – HUMBERTO DE CAMPOS – 1943
18 CARTILHA DA NATUREZA – CASIMIRO CUNHA – 1944
19 NOSSO LAR – ANDRÉ LUIZ – 1944
20 OS MENSAGEIROS – ANDRÉ LUIZ – 1944
21 MISSIONÁRIOS DA LUZ – ANDRÉ LUIZ – 1945
22 COLETÂNEA DO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS – 1945
23 LÁZARO REDIVIVO – IRMÃO X – 1945
24 OBREIROS DA VIDA ETERNA – ANDRÉ LUIZ – 1946
25 O CAMINHO OCULTO – VENERANDA -1947
26 OS FILHOS DO GRANDE REI – VENERANDA -1947
27 MENSAGEM DO PEQUENO MORTO – NEIO LÚCIO -1947
28 HISTÓRIA DE MARICOTA – CASIMIRO CUNHA - 1947
29 JARDIM DA INFÂNCIA – JOÃO DE DEUS - 1947
30 VOLTA BOCAGE – MANUEL M.B. DU BOCAGE - 1947
31 NO MUNDO MAIOR – ANDRÉ LUIZ – 1948
32 AGENDA CRISTÃ – ANDRÉ LUIZ -1948
33 LUZ ACIMA – IRMÃO X -1948
34 VOLTEI – IRMÃO JACOB 1949
35 ALVORADA CRISTÃ – NEIO LÚCIO 1948
36 CAMINHO, VERDADE E VIDA – EMMANUEL 1949
37 LIBERTAÇÃO - ANDRÉ LUIZ 1949
38 JESUS NO LAR – NEIO LÚCIO 1950
39 PÃO NOSSO – EMMANUEL 1950
40 NOSSO LIVRO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1950
41 PONTOS E CONTOS – IRMÃO X 1951
42 FALANDO A TERRA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1951
43 PÁGINAS DO CORAÇÃO- IRMÃ CANDOCA 1951
44 VINHA DE LUZ – EMMANUEL 1952
45 PÉROLAS DO ALÉM – EMMANUEL 1952
46 ROTEIRO – EMMANUEL 1952
47 PAI NOSSO – MEIMEI 1952
48 CARTAS DO CORAÇÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1952
49 GOSTAS DE LUZ – CASIMIRO CUNHA 1952
50 AVE, CRISTO ! – EMMANUEL 1953
51 ENTRE A TERRA E O CÉU – ANDRÉ LUIZ 1954
52 PALAVRAS DE EMMANUEL – EMMANUEL 1957
53 NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE – ANDRÉ LUIZ 1958
54 INSTRUÇÕES PSICOFÔNICAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1956
55 FONTE VIVA – EMMANUEL 1956
56 AÇÃO E REAÇÃO – ANDRÉ LUIZ 1957
57 VOZES DO GRANDE ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1957
58 CONTOS E APÓLOGOS – IRMÃO X 1958
59 PENSAMENTO E VIDA – EMMANUEL 1958
60 EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS – ANDRÉ LUIZ 1959
61 MECANISMOS DA MEDIUNIDADE – ANDRÉ LUIZ 1960
62 EVANGELHO EM CASA – MEIMEI 1960
63 RELIGIÃO DOS ESPÍRITOS – EMANNUEL 1961
64 A VIDA ESCREVE – HILÁRIO SILVA 1960
65 ALMAS EM DESFILE – HILÁRIO SALVA 1961
66 SEARA DOS MÉDIUNS – EMMANUEL 1961
67 JUCA LAMBISCA – CASIMIRO CUNHA 1961
68 O ESPÍRITO DA VERDADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1962
69 JUSTIÇA DIVINA – EMMANUEL 1962
70 CARTILHA DO BEM – MEIMEI 1962
71 RELICÁRIO DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1962
72 TIMBOLÃO – CASIMIRO CUNHA 1962
73 ANTOLOGIA DOS IMORTAIS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1963
74 IDEAL ESPÍRITA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1963
75 LEIS DE AMOR – EMMANUEL 1963
76 OPINIÃO ESPÍRITA – EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1963
77 SEXO E DESTINO – ANDRÉ LUIZ 1963
78 DESOBSESSÃO – ANDRÉ LUIZ 1964
79 CONTOS DESTA E DOUTRA VIDA – IRMÃO X 1964
80 LIVRO DA ESPERANÇA – EMMANUEL 1964
81 DICIONÁRIO DA ALMA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1965
82 TROVADORES DO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1965
83 PALAVRAS DE VIDA ETERNA – EMMANUEL 1964
84 ESTUDE E VIVA – EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1965
85 O ESPÍRITO DE CORNÉLIO PIRES – CORNÉLIO PIRES 1965
86 ENTRE IRMÃOS DE OUTRAS TERRAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1966
87 CARTAS E CRÔNICAS – IRMÃO X 1966
88 ANTOLOGIA MEDIÚNICA DO NATAL – ESPÍRITOS DIVERSOS 1967
89 CAMINHO ESPÍRITA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1967
90 ENCONTRO MARCADO – EMMANUEL 1967
91 NO PORTAL DA LUZ – EMMANUEL 1967
92 TROVAS DO OUTRO MUNDO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1968
93 E A VIDA CONTINUA … – ANDRÉ LUIZ 1968
94 LUZ NO LAR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1968
95 A LUZ DA ORAÇÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
96 ORVALHO DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
97 PASSOS DA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
98 ESTANTES DA VIDA – IRMÃO X 1969
99 ALMA E CORAÇÃO – EMMANUEL 1969
100 POETAS REDIVIVOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1969
101 IDÉIAS E ILUSTRAÇÕES – ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
102 PAZ E RENOVAÇÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
103 VIDA E SEXO – EMMANUEL 1970
104 MAIS LUZ – BATUÍRA 1970
105 CORREIO FRATERNO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1970
106 TROVAS DO MAIS ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
107 BENÇÃO DE PAZ – EMMANUEL 1971
108 MÃE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
109 ANTOLOGIA DA ESPIRITUALIDADE – MARIA DOLORES 1971
110 RUMO CERTO – EMMANUEL 1971
111 PINGA FOGO (PRIMEIRA) – ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
112 CORAGEM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1971
113 SINAL VERDE – ANDRÉ LUIZ 1971
114 ENTREVISTAS – EMMANUEL 1971
115 CHICO XAVIER DOS HIPPIES AOS PROBLEMAS DO MUNDO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
116 ATRAVÉS DOS TEMPOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
117 MÃOS UNIDAS – EMMANUEL 1972
118 TAÇA DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
119 CHICO XAVIER PEDE LICENÇA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
120 MÃOS MARCADAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1972
121 NATAL DE SABINA – FRANCISCA CLOTILDE 1972
122 ESCRÍNIO DE LUZ – EMMANUEL 1973
123 SEGUE-ME – EMMANUEL 1973
124 ENCONTRO DE PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
125 NA ERA DO ESPÍRITO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
126 ROSAS COM AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1973
127 BEZERRA, CHICO E VOCÊ – BEZERRA DE MENEZES 1973
128 ASTRONAUTAS DO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
129 ENTRE DUAS VIDAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
130 RETRATOS DA VIDA – CORNÉLIO ´PIRES 1974
131 DIÁLOGO DOS VIVOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
132 CALENDÁRIO ESPÍRITA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1974
133 INSTRUMENTOS DO TEMPO – EMMANUEL 1974
134 RESPOSTAS DA VIDA – ANDRÉ LUIZ 1975
135 JOVENS NO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
136 CONVERSA FIRME – CORNÉLIO PIRES 1975
137 A TERRA E O SEMEADOR – EMMANUEL 1975
138 CHÃO DE FLORES – ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
139 CAMINHOS DE VOLTA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1975
140 O ESPERANTO COMO REVELAÇÃO – FRANCISCO V. LORENZ 1976
141 BUSCA E ACHARÁS – EMMANUEL / ANDRÉ 1976
142 AMANHECE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
143 RECANTO DE PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
144 DEUS SEMPRE – EMMANUEL 1976
145 SOMOS SEIS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1976
146 TINTINO … O ESPETÁCULO CONTINUA – FRANCISCA CLOTILDE 1976
147 AUTA DE SOUZA – AUTA DE SOUZA 1976
148 CRIANÇAS NO ALÉM – MARCOS 1977
149 BAÚ DE CASOS – CORNÉLIO PIRES 1977
150 AMIZADE – MEIMEI 1977
151 COMPANHEIRO – EMMANUEL 1977
152 MARIA DOLORES – MARIA DOLORES 1977
153 MOMENTOS DE OURO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1977
154 AMOR E LUZ – EMMANUEL / ESP. 1977
155 COISAS DESTE MUNDO – CORNÉLIO PIRES 1977
156 CHICO XAVIER EM GOIÂNIA – EMMANUEL 1977
157 LUZ BENDITA – EMMANUEL / ESP. 1977
158 AMOR SEM ADEUS – WALTER PERRONE 1978
159 RECADOS DO ALÉM – EMMANUEL 1978
160 ENXUGANDO LÁGRIMAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1978
161 CORAÇÃO E VIDA – MARIA DOLORES 1978
162 CARIDADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1978
163 ASSIM VENCERÁS – EMMANUEL 1978
164 FALOU E DISSE – AUGUSTO CEZAR 1978
165 SOMENTE AMOR – MARIA 1978
166 INSPIRAÇÃO – EMMANUEL 1979
167 TEMPO DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
168 ENCONTROS NO TEMPO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
169 MARCAS DO CAMINHO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
170 JANELA PARA A VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
171 AMIGO – EMMANUEL 1979
172 CALMA – EMMANUEL 1979
173 CLARAMENTE VIVOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
174 ANTOLOGIA DA CRIANÇA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1979
175 CEIFA DE LUZ – EMMANUEL 1979
176 SINAIS DE RUMO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
177 VIDA EM VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
178 GAVETA DE ESPERANÇA – LAURINHO 1980
179 ALGO MAIS – EMMANUEL 1980
180 LIVRO DE REPOSTAS – EMMANUEL 1980
181 URGÊNCIA – EMMANUEL 1980
182 IRMÃ VERA CRUZ – EMMANUEL 1980
183 A VIDA CONTA – MARIA DOLORES 1980
184 MOMENTOS DE PAZ – EMMANUEL 1980
185 PRONTO SOCORRO – EMMANUEL 1980
186 DEUS AGUARDA – MEIMEI 1980
187 IRMÃO – EMMANUEL 1980
188 NOTÍCIAS DO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
189 VIDA NO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1980
190 FELIZ REGRESSO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
191 CAMINHOS – EMMANUEL 1981
192 AULAS DA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
193 AUGUSTO VIVE – AUGUSTO CEZAR 1981
194 VIAJORES DA LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
195 ELES VOLTARAM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
196 RUMOS DA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
197 FAMÍLIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
198 INTERVALOS – EMMANUEL 1981
199 LINHA DUZENTOS – EMMANUEL 1981
200 ATENÇÃO – EMMANUEL 1981
201 PAZ E ALEGRIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
202 VIVENDO SEMPRE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1981
203 SEARA DA FÉ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
204 NASCER E RENASCER – EMMANUEL 1982
205 QUEM SÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
206 MAIS VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
207 REECONTROS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
208 FILHOS VOLTANDO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
209 SENTINELAS DA ALMA – MEIMEI 1982
210 PALAVRAS DO CORAÇÃO – MEIMEI 1982
211 ADEUS SOLIDÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
212 PRAÇA DA AMIZADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
213 GABRIEL – GABRIEL 1982
214 ENTES QUERIDOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
215 LEALDADE – MAURÍCIO G. HENRIQUE 1982
216 SEGUINDO JUNTOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1982
217 ENDEREÇOS DA PAZ – ANDRÉ LUIZ 1982
218 MATERIAL DE CONSTRUÇÃO – EMMANUEL 1983
219 PRESENÇA DE LAURINHO – LAURINHO 1983
220 ESTAMOS NO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
221 VENCERAM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
222 NINGUÉM MORRE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
223 PACIÊNCIA – EMMANUEL 1983
224 DIÁRIO DE BENÇÃOS – CRISTIANE 1983
225 ANTENAS DE LUZ – LAURINHO 1983
226 RECADOS DA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
227 MENSAGENS QUE CONFORTAM – RICARDO TADEU 1983
228 MAIS PERTO – EMMANUEL 1983
229 CAMINHOS DO AMOR – MARIA DOLORES 1983
230 CORREIO DO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
231 OS DOIS MAIORES AMORES – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
232 VIDA NOSSA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1983
233 PAZ – EMMANUEL 1983
234 ENTENDER CONVERSANDO – EMMANUEL 1984
235 TEMPO E AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
236 QUANDO SE PRETENDE FALAR DA VIDA – ROBERTO MUSZAKAT 1984
237 HUMORISMO NO ALÉM – MARIA DOLORES 1984
238 TOCANDO O BARCO – EMMANUEL 1984
239 CONVIVÊNCIA – EMMANUEL 1984
240 SORRIR E PENSAR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
241 CONFIA E SEGUE – EMMANUEL 1984
242 ALMA E VIDA – MARIA DOLORES 1984
243 RETORNARAM CONTANDO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
244 PRESENÇA DE LUZ – AUGUSTO CEZAR NETTO 1984
245 AGORA É O TEMPO – EMMANUEL 1984
246 HORAS DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
247 HOJE – EMMANUEL 1984
248 FÉ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
249 BASTÃO DE ARRIMO – WILLIAN 1984
250 NOVAMENTE EM CASA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1984
251 VIAJOR – EMMANUEL 1985
252 LOJA DE ALEGRIA – JAIR PRESENTE 1985
253 ESPERANÇA E VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
254 ESPERA SERVINDO – EMMANUEL 1985
255 NESTE INSTANTE – EMMANUEL 1985
256 EDUCANDÁRIO DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
257 TÃO FÁCIL – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
258 AMOR E SAUDADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
259 CARAVANA DE AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
260 JÓIA – EMMANUEL 1985
261 BAZAR DA VIDA – JAIR PRESENTE 1985
262 MONTE ACIMA – EMMANUEL 1985
263 VIAJARAM MAIS CEDO - ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
264 JUNTOS VENCEREMOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1985
265 NÓS – EMMANUEL 1985
266 FESTA DE PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1986
267 DINHEIRO – EMMANUEL 1986
268 MEDIUNIDADE E SINTONIA – EMMANUEL 1986
269 LUZ E VIDA – EMMANUEL 1986
270 AGÊNCIA DE NOTÍCIAS – JAIR PRESENTE 1986
271 CRER E AGIR – EMMANUEL / IRMÃO JOSÉ 1986
272 ABRIGO – EMMANUEL 1986
273 O ESSENCIAL – EMMANUEL 1986
274 APELOS CRISTÃOS – BEZERRA DE MENEZES 1986
275 RECONFORTO – EMMANUEL 1986
276 PONTO DE ENCONTRO – JAIR PRESENTE 1986
277 APOSTILAS DA VIDA – ANDRÉ LUIZ 1986
278 CANAIS DA VIDA – EMMANUEL 1986
279 JESUS EM NÓS – EMMANUEL 1987
280 ESTRELAS NO CHÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
281 VOZES DA OUTRA MARGEM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
282 ESTRADAS E DESTINOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
283 VISÃO NOVA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
284 RESGATE E AMOR – TIAMINHO 1987
285 VITÓRIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
286 SEMENTES DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
287 INTERCÂMBIO DO BEM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
288 TENDE BOM ÂNIMO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
289 DOUTRINA E VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
290 ESPERANÇA E ALEGRIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
291 FONTE DE PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
292 TREVO DE IDÉIAS – EMMANUEL 1987
293 HORA CERTA – EMMANUEL 1987
294 AÇÃO E CAMINHO – EMMANUEL / ANDRÉ 1987
295 PALAVRAS DA CORAGEM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
296 TEMAS DA VIDA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
297 BRILHE VOSSA LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
298 ESCULTORES DE ALMAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1987
299 PLANTÃO DA PAZ – EMMANUEL 1988
300 VIDA ALÉM DA VIDA – LINEU DE PAULA LEÃO 1988
301 LAR-OFICINA, ESPERANÇA E TRABALHO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
302 CURA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
303 PALCO ILUMINADO – JAIR PRESENTE 1988
304 COMANDOS DO AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
305 ROSEIRAL DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
306 RELATOS DA VIDA – IRMÃO X 1988
307 ALVORADA DO REINO – EMMANUEL 1988
308 PÁGINAS DE FÉ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
309 GRATIDÃO E PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
310 ASSEMBLÉIA DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
311 CORAÇÕES RENOVADOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
312 CONSTRUÇÃO DO AMOR – EMMANUEL 1988
313 IRMÃOS UNIDOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1988
314 ESCOLA NO ALÉM – CLÁUDIA P. GALASSE 1988
315 INDULGÊNCIA – EMMANUEL 1989
316 FOTOS DA VIDA – AUGUSTO CEZAR NETTO 1989
317 CONFIA E SERVE – F. C. XAVIER/C. A. BACELLI 1989
318 ACEITAÇÃO E VIDA – MARGARIDA SOARES 1989
319 DOUTRINA E APLICAÇÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1989
320 SERVIDORES NO ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1989
321 REFÚGIO – EMMANUEL 1989
322 HISTÓRIAS E ANOTAÇÕES – IRMÃO X 1989
323 FÉ, PAZ E AMOR – EMMANUEL 1989
324 SEMEADOR EM TEMPOS NOVOS – EMMANUEL 1989
325 RAPIDINHO – JAIR PRESENTE 1989
326 PORTO DE ALEGRIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
327 SENTINELAS DA LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
328 PERANTE JESUS – EMMANUEL 1990
329 PÉTALAS DA PRIMAVERA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
330 DOUTRINA DE LUZ – EMMANUEL 1990
331 A SEMENTE DE MOSTARDA – EMMANUEL 1990
332 TRILHA DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
333 ALMA E LUZ – EMMANUEL 1990
334 EXCURSÃO DE PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
335 HARMONIZAÇÃO – EMMANUEL 1990
336 VEREDA DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
337 MORADIAS DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
338 ANTE O FUTURO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
339 CONTINUIDADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1990
340 DÁDIVAS DE AMOR – MARIA DOLORES 1990
341 A VERDADE RESPONDE – EMMANUEL / ANDRÉ LUIZ 1990
342 FULGOR NO ENTARDECER – ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
343 AÇÃO, VIDA E LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
344 ASSUNTOS DA VIDA E DA MORTE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1991
345 CARMELO GRISI, ELE MESMO – CARMELO GRISI 1991
346 NOVO MUNDO – F.C.X./ENTREVISTAS 1992
347 LUZ NO CAMINHO – EMMANUEL 1992
348 PÉROLAS DE LUZ – EMMANUEL 1992
349 LEVANTAR E SEGUIR – EMMANUEL 1992
350 CENTELHAS – EMMANUEL 1992
351 ESTAMOS VIVOS – F.C.X./BARBOSA/DIVERSOS 1993
352 TESOURO DE ALEGRIA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
353 SEMENTE – EMMANUEL 1993
354 MENTORES E SEAREIROS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
355 REVELAÇÃO – JAIR PRESENTE 1993
356 O LIGEIRINHO – EMMANUEL 1993
357 BENÇÃOS DE AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
358 TEMPO E NÓS – EMMANUEL/ANDRÉ LUIZ 1993
359 COMPAIXÃO – EMMANUEL 1993
360 GOTAS DE PAZ – EMMANUEL 1993
361 MIGALHA – EMMANUEL 1993
362 A VOLTA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
363 AS PALAVRAS CANTAM – CARLOS AUGUSTO 1993
364 ESPERANÇA E LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
365 PREITO DE AMOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
366 ABENÇOA SEMPRE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1993
367 PÁSSAROS HUMANOS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
368 VIVEREMOS SEMPRE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
369 DÁDIVAS ESPIRITUAIS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
370 UNIÃO EM JESUS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
371 MOMENTO – EMMANUEL 1994
372 VIDA E CAMINHO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
373 ANTOLOGIA DA PAZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1994
374 PINGO DE LUZ – CARLOS AUGUSTO 1995
375 RENASCIMENTO ESPIRITUAL – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
376 ANTOLOGIA DA CARIDADE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
377 NOTAS DO MAIS ALÉM – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
378 INDICAÇÕES DO CAMINHO – CARLOS AUGUSTO 1995
379 RECADOS DA VIDA MAIOR – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
380 PALAVRAS DE CHICO XAVIER – EMMANUEL 1995
381 ANOTAÇÕES DA MEDIUNIDADE – EMMANUEL 1995
382 PLANTÃO DE RESPOSTAS – PINGA FOGO II 1995
383 ELENCO DE FAMILIARES – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
384 ANTOLOGIA DA JUVENTUDE – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
385 ANTOLOGIA DA AMIZADE – EMMANUEL 1995
386 SÍNTESES DOUTRINÁRIAS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
387 ANTOLOGIA DA ESPERANÇA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1995
388 DOUTRINA ESCOLA – ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
389 SAUDAÇÃO DO NATAL – ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
390 PAZ E AMOR – CORNÉLIO PIRES 1996
391 ALMA DO POVO – CORNÉLIO PIRES 1996
392 PAZ E LIBERTAÇÃO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
393 NOVOS HORIZONTES – ESPÍRITOS DIVERSOS 1996
394 OFERTA DE AMIGO – CORNÉLIO PIRES 1996
395 DEGRAUS DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1996
396 ANTOLOGIA DO CAMINHO – ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
397 TOQUES DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1997
398 TROVAS DO CORAÇÃO – CORNÉLIO PIRES 1997
399 SENDA PARA DEUS – ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
400 TRAÇOS DE CHICO XAVIER – ESPÍRITOS DIVERSOS 1997
401 PEDAÇOS DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1997
402 CAMINHOS DA FÉ – CORNÉLIO PIRES 1997
403 CAMINHOS DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1997
404 PÉTALAS DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1997
405 CAMINHO ILUMINADO – EMMANUEL 1998
406 AGENDA DE LUZ – ESPÍRITOS DIVERSOS 1998
407 ESCADA DE LUZ – AUTORES DIVERSOS 1999
408 CANTEIRO DE IDÉIAS – AUTORES DIVERSOS 1999
409 TROVAS DA VIDA – CORNÉLIO PIRES 1999
Amigos do Chico Xavier
O Blog Amigos do Chico Xavier é um blog dedicado ao homem que foi um grande medium brasileiro e um grande e maior brasileiro de todos os tempos
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Reencarnações de Chico
De acordo com o livro “Chico, Diálogos e
Recordações…”, escrito por Carlos Alberto Braga Costa a partir das
memórias de Arnaldo Rocha, podemos anotar algumas das reencarnações do
amigo Chico Xavier. Na tabela abaixo temos a ordem das reencarnações que
remontam ao Egito a aproximadamente 3500 anos atrás até os dias de
hoje, as páginas do livro que contém estas informações, bem como o
local, nome e data de cada reencarnação.
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Pesquisas sobre a origem histórica das especulações sobre reencarnação de espiritualistas franceses
Pelo Honorável Alexandre Aksakof, Conselheiro Imperial Russo e Cavaleiro da Ordem de Santo Stanislau.
Na expectativa da publicação da tradução
para o Inglês dos trabalhos de Allan Kardec, dos quais o volume
principal, O Livro dos Espíritos (do inglês The Spirits’ Book), já saiu,
sinto que seja meu dever expor junto ao público inglês o resultado das
minhas pesquisas no sentido da origem do dogma da Reencarnação. Quando o
“Espiritismo”, recentemente batizado com este nome e codificado em
corpo de doutrina por Kardec, começou a se espalhar na França, nada me
surpreendeu mais do que a divergência desta doutrina do
“Espiritualismo”, no tocante ao ponto da Reencarnação. Esta divergência
era mais estranha porque as fontes das afirmações contraditórias
reivindicam por serem as mesmas, a saber, o mundo dos espíritos e as
comunicações dadas pelos espíritos. Quando o Espiritismo nasceu em 1856
com a publicação de O Livro dos Espíritos (do inglês the Book of
Spirits), ficou claro que para resolver este enigma seria necessário
começar com a origem histórica deste livro. É notável que em lugar
algum, nem neste volume, ou em qualquer dos outros, deu Kardec sobre
este assunto detalhes insignificantes. E por que isto? O ponto essencial
em qualquer crítica séria é saber antes de tudo como este livro veio à
existência? Como eu não vivia em Paris, era difícil para mim obter a
informação necessária; tudo que eu podia saber era que uma certa
sonâmbula, Srta. Celina Japhet, contribuiu enormemente para o trabalho,
mas que ela já falecera há algum tempo. Durante minha estada em Paris em
1873, eu expliquei a um amigo Espiritualista meu pesar por nunca ter
encontrado esta sonâmbula em minha vida, ao que ele replicou que também
havia ouvido que ela morrera, mas que ele duvidava se o rumor era
verdadeiro; disse também que ele tinha razões para acreditar que não
passava de rumor espalhado pelos Espíritas e que seria interessante se
eu pesquisasse pessoalmente. Ele me forneceu um endereço anterior de
Madame Japhet, e qual não foi a minha surpresa e alegria ao encontrá-la
em perfeita saúde! Quando lhe falei de minha surpresa, ela respondeu que
não era novidade para ela, porque os Espíritas estavam realmente
fazendo-a passar por morta. Aqui está a essência da informação que ela
foi amável o bastante para me fornecer.
A Srta. Celina Bequet era uma sonâmbula natural desde cedo. Aos 16 ou 17 anos de idade, enquanto residia com seus pais em Paris, ela foi magnetizada pela primeira vez por Ricard, e três vezes por ele no todo. Em 1841 ela vivia no campo e foi acometida de uma moléstia séria; tendo perdido o uso das pernas, ficou confinada à sua cama por 27 meses; posteriormente, após perder toda esperança na medicina, ela foi magnetizada e colocada para dormir por seu irmão; ela, então, prescreveu os remédios necessários e após tratamento de seis semanas ela saiu da cama e pôde andar com o auxílio de muletas, que ela foi obrigada a usar por onze meses. Finalmente, em 1843, ela recuperou completamente a sua saúde.
Em 1845 ela foi a Paris procurar pelo Sr. Ricard e ela conheceu o Sr. Roustan na casa do Sr. Millet, um mesmerista (existe esta palavra?). Ela tomou, então, por consideração à família, o nome Japhet e se tornou uma sonâmbula profissional sob o controle do Sr. Roustan e permaneceu nesta posição até mais ou menos 1848. Ela deu, sob o nome adotado, recomendação médica sob a direção espiritual de seu avô, que havia sido médico, e também de Hahnemann e Mesmer, de quem ela recebeu grande número de comunicações. Desta mesma maneira em 1846 a doutrina da Reencarnação foi-lhe dada pelos espíritos de seu avô, Santa Teresa e outros. (À medida que os poderes sonambúlicos de Madame Japhet se desenvolviam sob a influência magnética do Sr. Roustan, é interessante observar que o próprio Sr. Roustan acreditava na pluralidade das existências terrestres. Veja Santuário do Espiritualismo de Cahagnet, Paris, 1850, pág. 164: desde a data de 24 de agosto de 1848).
Em 1849 a Sra. d’Abnour, de volta da América, desejou formar um círculo do fenômeno espiritual, do qual ela havia sido testemunha recentemente. Com este propósito, ela recorreu ao Sr. de Güldenstubbe, por quem o Sr. Roustan e Celina Japhet foram convidados a participar deste círculo de espíritos. (Veja a edição alemã de Pneumologia Positiva do Barão de Güldenstubbe, Stuttgart, 1870, pág. 87). A este círculo associou-se Abbé Chatel e as três senhoritas Bouvrais; ele compunha-se, portanto, por nove pessoas. Este círculo encontrava-se uma vez por semana na casa de Madame Japhet, Rua dos Mártires, 46; posteriormente, praticamente até a época da guerra de 1870, ele se reuniu duas vezes por semana. Em 1855 o círculo era composto das seguintes pessoas: Sr. Tierry, Sr. Taillandier, Sr. Tillman, Sr. Ramon de la Sagra (como morto … não sei se está correto), senhores Sardou (pai e filho), Madame Japhet e Sr. Roustan, que continuou como membro até mais ou menos 1864. Eles começaram por fazer uma corrente, à maneira americana, em forma de ferradura, em volta de Madame Celina e eles conseguiram fenômenos espirituais mais ou menos notáveis; mas logo Madame Celina se desenvolveu como médium escrevente e foi através deste canal que a maior parte das comunicações foram obtidas.
Em 1856 ela conheceu o Sr. Denizard Rivail, apresentado pelo Sr. Victorien Sardou. Ele correlacionou os materiais por um número de perguntas; ele mesmo arrumou o conjunto em ordem sistemática e publicou O Livro dos Espíritos sem nunca mencionar o nome de Madame Celina Japhet, apesar de três quartos deste livro terem sido dados por sua mediunidade. O resto foi obtido através de comunicações por Madame Bodin, que pertencia a outro círculo de espíritos. Ela não é mencionada exceto na última página do primeiro número da Revista Espírita, onde, em consequência do número de desaprovações endereçadas a ele, ele (Kardec) fez uma breve menção a ela. Como ele era afeiçoado a um importante jornal, O Universo (L’Univers), ele publicou seu livro sob os nomes em que nasceu em suas duas anteriores existências. Um destes nomes era Allan – um fato revelado a ele por Madame Japhet, e o outro nome, de Kardec, foi revelado a ele pelo médium Roze. Após a publicação de O Livro dos Espíritos, do qual Kardec nem ao menos presenteou uma cópia a Madame Japhet, ele abandonou o círculo e formou outro em sua própria casa, tendo o Sr. Roze como médium. Quando ele, portanto, partiu, ele possuía um grande número de manuscritos que ele seqüestrou da casa de Madame Japhet e ele se apropriou do direito de editor (organizador) por nunca tê-los devolvido. Aos inúmeros pedidos de restituição que lhe foram feitos, ele se contentou em responder “Deixem-na me processar.” Estes manuscritos foram até certo ponto úteis na compilação de O Livro dos Médiuns, do qual todo o conteúdo, assim diz Madame Japhet, foi conseguido por comunicações mediúnicas.
Seria essencial para completar este artigo uma revisão das idéias sobre pré-existência e reencarnação que estavam muito em voga na França um pouco antes de 1850. Um resumo delas pode ser encontrado no trabalho do Sr. Pezzani em Pluralidade das Existências. Os trabalhos de Cahagnet também devem ser consultados. Como estou agora longe da minha biblioteca, é impossível fornecer com exatidão os pontos de referência.
Além do que assunto precedente, detalhes suplementares em relação à origem de O Livro dos Espíritos e os diferentes pontos conectados com ela, podem e devem ser obtidos das testemunhas vivas para lançar luz sobre a concepção e o nascimento deste livro, tais como Madame Japhet, Srta. de Güldenstubbe, Sr. Sardou e Sr. Taillandier. Este último continua, até o presente, a trabalhar com Madame Japhet como médium; ela continua possuindo seus poderes sonambúlicos e continua a dar consultas. Ela adormece a si mesma por meio de objetos que foram magnetizados pelo Sr. Roustan. Eu acredito que seja um dever, nesta ocasião, testemunhar a excelência de sua lucidez. Eu a consultei a meu respeito e ela me deu informações exatas quanto a uma doença local, e quanto ao meu estado geral de saúde. Não é surpreendente que uma pessoa tão notável, que fez tanto pelo Espiritismo Francês, esteja vivendo completamente incógnita por vinte anos sem notícias ou observações feitas a seu respeito? Em vez de ser o centro da atenção do público, ela é totalmente ignorada; de fato, eles a enterraram viva! Esperemos que a reparação que ela merece lhe seja feita um dia. “Espiritualismo” deve, neste assunto, oferecer um exemplo nobre para o “Espiritismo”.*
Agora, voltando ao assunto da Reencarnação, eu deixo aos críticos ingleses tirar suas deduções dos fatos que eu esclareci pelas minhas pesquisas, mesmo incompletas; eu farei nada menos que lançar as seguintes ideias: Que a propagação desta doutrina por Kardec foi uma questão de forte predileção está claro; que no começo, a Reencarnação não foi apresentada como um objeto de estudo, mas como um dogma. Para sustentar isto, ele sempre recorreu a médiuns escreventes, que, como é sabido, passam muito facilmente sob a influência psicológica de ideias preconcebidas; e o Espiritismo engendrou isso em profusão; considerando que através de médiuns físicos as comunicações são não apenas mais objetivas, mas contrárias à doutrina da Reencarnação, Kardec adotou o plano de sempre desacreditar este tipo de mediunidade, alegando como pretexto sua inferioridade moral. Desta maneira, o método experimental é completamente desconhecido no Espiritismo; por vinte anos não houve o menor progresso intrínseco e ela se manteve em total ignorância do Espiritualismo anglo-americano! Os poucos médiuns físicos franceses que desenvolveram suas habilidades a despeito de Kardec nunca foram mencionados por ele na Revista; eles permaneceram praticamente desconhecidos para o Espiritismo, e apenas porque seus espíritos não sustentavam a doutrina da Reencarnação! Até Camille Brédif, um ótimo médium físico, granjeou celebridade apenas em consequência de sua visita a São Petersburgo. Eu não me lembro de jamais ter visto na Revista Espírita a menor notícia sobre ele, menos ainda qualquer descrição das manifestações produzidas em sua presença. Conhecendo a reputação do Sr. Home, Kardec fez várias ofertas para tê-lo do seu lado; ele teve duas entrevistas com Home com este propósito, mas o Sr. Home disse-lhe que os espíritos que se comunicaram através dele nunca apoiaram a ideia da Reencarnação, Kardec desde então ignorou-o, nisso negligenciando o valor das manifestações que eram produzidas em sua presença. Eu tenho, sobre esse assunto, uma carta do Sr. Home, embora no presente momento ela não esteja ao alcance.
Concluindo, é apenas necessário apontar que tudo que eu aqui declarei não afeta a questão da Reencarnação, considerada por seus próprios méritos, mas apenas diz respeito às causas de sua origem e de sua propagação como Espiritismo.
Chateau de Krotofka, Rússia, 24 de julho de 1873.
* Endereço de Madame Japhet em Paris, Rue des Enfants Rouge, 6.
A Srta. Celina Bequet era uma sonâmbula natural desde cedo. Aos 16 ou 17 anos de idade, enquanto residia com seus pais em Paris, ela foi magnetizada pela primeira vez por Ricard, e três vezes por ele no todo. Em 1841 ela vivia no campo e foi acometida de uma moléstia séria; tendo perdido o uso das pernas, ficou confinada à sua cama por 27 meses; posteriormente, após perder toda esperança na medicina, ela foi magnetizada e colocada para dormir por seu irmão; ela, então, prescreveu os remédios necessários e após tratamento de seis semanas ela saiu da cama e pôde andar com o auxílio de muletas, que ela foi obrigada a usar por onze meses. Finalmente, em 1843, ela recuperou completamente a sua saúde.
Em 1845 ela foi a Paris procurar pelo Sr. Ricard e ela conheceu o Sr. Roustan na casa do Sr. Millet, um mesmerista (existe esta palavra?). Ela tomou, então, por consideração à família, o nome Japhet e se tornou uma sonâmbula profissional sob o controle do Sr. Roustan e permaneceu nesta posição até mais ou menos 1848. Ela deu, sob o nome adotado, recomendação médica sob a direção espiritual de seu avô, que havia sido médico, e também de Hahnemann e Mesmer, de quem ela recebeu grande número de comunicações. Desta mesma maneira em 1846 a doutrina da Reencarnação foi-lhe dada pelos espíritos de seu avô, Santa Teresa e outros. (À medida que os poderes sonambúlicos de Madame Japhet se desenvolviam sob a influência magnética do Sr. Roustan, é interessante observar que o próprio Sr. Roustan acreditava na pluralidade das existências terrestres. Veja Santuário do Espiritualismo de Cahagnet, Paris, 1850, pág. 164: desde a data de 24 de agosto de 1848).
Em 1849 a Sra. d’Abnour, de volta da América, desejou formar um círculo do fenômeno espiritual, do qual ela havia sido testemunha recentemente. Com este propósito, ela recorreu ao Sr. de Güldenstubbe, por quem o Sr. Roustan e Celina Japhet foram convidados a participar deste círculo de espíritos. (Veja a edição alemã de Pneumologia Positiva do Barão de Güldenstubbe, Stuttgart, 1870, pág. 87). A este círculo associou-se Abbé Chatel e as três senhoritas Bouvrais; ele compunha-se, portanto, por nove pessoas. Este círculo encontrava-se uma vez por semana na casa de Madame Japhet, Rua dos Mártires, 46; posteriormente, praticamente até a época da guerra de 1870, ele se reuniu duas vezes por semana. Em 1855 o círculo era composto das seguintes pessoas: Sr. Tierry, Sr. Taillandier, Sr. Tillman, Sr. Ramon de la Sagra (como morto … não sei se está correto), senhores Sardou (pai e filho), Madame Japhet e Sr. Roustan, que continuou como membro até mais ou menos 1864. Eles começaram por fazer uma corrente, à maneira americana, em forma de ferradura, em volta de Madame Celina e eles conseguiram fenômenos espirituais mais ou menos notáveis; mas logo Madame Celina se desenvolveu como médium escrevente e foi através deste canal que a maior parte das comunicações foram obtidas.
Em 1856 ela conheceu o Sr. Denizard Rivail, apresentado pelo Sr. Victorien Sardou. Ele correlacionou os materiais por um número de perguntas; ele mesmo arrumou o conjunto em ordem sistemática e publicou O Livro dos Espíritos sem nunca mencionar o nome de Madame Celina Japhet, apesar de três quartos deste livro terem sido dados por sua mediunidade. O resto foi obtido através de comunicações por Madame Bodin, que pertencia a outro círculo de espíritos. Ela não é mencionada exceto na última página do primeiro número da Revista Espírita, onde, em consequência do número de desaprovações endereçadas a ele, ele (Kardec) fez uma breve menção a ela. Como ele era afeiçoado a um importante jornal, O Universo (L’Univers), ele publicou seu livro sob os nomes em que nasceu em suas duas anteriores existências. Um destes nomes era Allan – um fato revelado a ele por Madame Japhet, e o outro nome, de Kardec, foi revelado a ele pelo médium Roze. Após a publicação de O Livro dos Espíritos, do qual Kardec nem ao menos presenteou uma cópia a Madame Japhet, ele abandonou o círculo e formou outro em sua própria casa, tendo o Sr. Roze como médium. Quando ele, portanto, partiu, ele possuía um grande número de manuscritos que ele seqüestrou da casa de Madame Japhet e ele se apropriou do direito de editor (organizador) por nunca tê-los devolvido. Aos inúmeros pedidos de restituição que lhe foram feitos, ele se contentou em responder “Deixem-na me processar.” Estes manuscritos foram até certo ponto úteis na compilação de O Livro dos Médiuns, do qual todo o conteúdo, assim diz Madame Japhet, foi conseguido por comunicações mediúnicas.
Seria essencial para completar este artigo uma revisão das idéias sobre pré-existência e reencarnação que estavam muito em voga na França um pouco antes de 1850. Um resumo delas pode ser encontrado no trabalho do Sr. Pezzani em Pluralidade das Existências. Os trabalhos de Cahagnet também devem ser consultados. Como estou agora longe da minha biblioteca, é impossível fornecer com exatidão os pontos de referência.
Além do que assunto precedente, detalhes suplementares em relação à origem de O Livro dos Espíritos e os diferentes pontos conectados com ela, podem e devem ser obtidos das testemunhas vivas para lançar luz sobre a concepção e o nascimento deste livro, tais como Madame Japhet, Srta. de Güldenstubbe, Sr. Sardou e Sr. Taillandier. Este último continua, até o presente, a trabalhar com Madame Japhet como médium; ela continua possuindo seus poderes sonambúlicos e continua a dar consultas. Ela adormece a si mesma por meio de objetos que foram magnetizados pelo Sr. Roustan. Eu acredito que seja um dever, nesta ocasião, testemunhar a excelência de sua lucidez. Eu a consultei a meu respeito e ela me deu informações exatas quanto a uma doença local, e quanto ao meu estado geral de saúde. Não é surpreendente que uma pessoa tão notável, que fez tanto pelo Espiritismo Francês, esteja vivendo completamente incógnita por vinte anos sem notícias ou observações feitas a seu respeito? Em vez de ser o centro da atenção do público, ela é totalmente ignorada; de fato, eles a enterraram viva! Esperemos que a reparação que ela merece lhe seja feita um dia. “Espiritualismo” deve, neste assunto, oferecer um exemplo nobre para o “Espiritismo”.*
Agora, voltando ao assunto da Reencarnação, eu deixo aos críticos ingleses tirar suas deduções dos fatos que eu esclareci pelas minhas pesquisas, mesmo incompletas; eu farei nada menos que lançar as seguintes ideias: Que a propagação desta doutrina por Kardec foi uma questão de forte predileção está claro; que no começo, a Reencarnação não foi apresentada como um objeto de estudo, mas como um dogma. Para sustentar isto, ele sempre recorreu a médiuns escreventes, que, como é sabido, passam muito facilmente sob a influência psicológica de ideias preconcebidas; e o Espiritismo engendrou isso em profusão; considerando que através de médiuns físicos as comunicações são não apenas mais objetivas, mas contrárias à doutrina da Reencarnação, Kardec adotou o plano de sempre desacreditar este tipo de mediunidade, alegando como pretexto sua inferioridade moral. Desta maneira, o método experimental é completamente desconhecido no Espiritismo; por vinte anos não houve o menor progresso intrínseco e ela se manteve em total ignorância do Espiritualismo anglo-americano! Os poucos médiuns físicos franceses que desenvolveram suas habilidades a despeito de Kardec nunca foram mencionados por ele na Revista; eles permaneceram praticamente desconhecidos para o Espiritismo, e apenas porque seus espíritos não sustentavam a doutrina da Reencarnação! Até Camille Brédif, um ótimo médium físico, granjeou celebridade apenas em consequência de sua visita a São Petersburgo. Eu não me lembro de jamais ter visto na Revista Espírita a menor notícia sobre ele, menos ainda qualquer descrição das manifestações produzidas em sua presença. Conhecendo a reputação do Sr. Home, Kardec fez várias ofertas para tê-lo do seu lado; ele teve duas entrevistas com Home com este propósito, mas o Sr. Home disse-lhe que os espíritos que se comunicaram através dele nunca apoiaram a ideia da Reencarnação, Kardec desde então ignorou-o, nisso negligenciando o valor das manifestações que eram produzidas em sua presença. Eu tenho, sobre esse assunto, uma carta do Sr. Home, embora no presente momento ela não esteja ao alcance.
Concluindo, é apenas necessário apontar que tudo que eu aqui declarei não afeta a questão da Reencarnação, considerada por seus próprios méritos, mas apenas diz respeito às causas de sua origem e de sua propagação como Espiritismo.
Chateau de Krotofka, Rússia, 24 de julho de 1873.
* Endereço de Madame Japhet em Paris, Rue des Enfants Rouge, 6.
O Espiritualista – 13 de agosto de 1875 – pág. 74 e 75
As diversas reencarnações de Chico Xavier
No livro “Chico, Diálogos e Recordações”, o autor Carlos Alberto Braga realiza um trabalho sério e dedicado por quatro anos com Arnaldo Rocha, que teve quase 50 anos de convivência com Chico Xavier. Arnaldo revelou uma série de reencarnações de si mesmo e de “Nossa Alma Querida”, como se refere a Chico. Arnaldo Rocha foi o doutrinador de um grupo de desobsessão que Chico Xavier participava. O nome era “Grupo Coração Aberto”, onde muitas revelações sobre vidas passadas na história planetária foram reveladas.O resultado do trabalho pode ser parcialmente visto nos livros “Instruções Psicofônicas” e “Vozes do Grande Além”. Dentre várias encarnações de Francisco Cândido Xavier, algumas já foram elucidadas:
Hatshepsut (Egito) (aproximadamente de 1490 AC a 1450 AC)
Era uma farani – feminino de faraó – que herdou o trono egípcio em função da morte do irmão. A regência dela foi muito importante para o Egito, já que suspendeu os processos bélicos e de expansão territorial. Trouxe ao povo um pensamento intrínseco e mais religioso. Viveu numa época em que surgiram as escritas nos papiros, o livro dos mortos. Hatshepsut foi muito respeitada e admirada pelo povo egípcio. Obesa e diabética, com câncer nos ossos, desencarnou em torno dos 40 anos, por causa de uma infecção generalizada. Hatshepsut foi a primeira faraó (mulher) da história. Governou o Egito sozinha por 22 anos, na época o Estado era um dos mais ricos.
Chams (Egito) (por volta de 800 AC)
Rainha do Egito durante o império babilônico de Cemirames. Vários amigos de Chico Xavier também estavam encarnados na época, como Camilo Chaves, o próprio Arnaldo Rocha e Emmanuel, que era sacerdote e professor de Chams.
Sacerdotisa (Delphos-Grécia) (cerca de 600 AC)
Não se tem registros de qual o nome Chico Xavier recebeu nesta encarnação. Ela se tornou sacerdotisa por causa do tio (Emmanuel reencarnado), que a encaminhou para a sacerdotisação.
Lucina (Roma-Itália) (aproximadamente 60 AC)
Lucina era casada com o general romano chamado Tito Livonio (Arnaldo Rocha reencarnado), nos tempos da revolução de Catilina. Nesta jornada, Lucina teve como pai Publius Cornelius Lentulus Sura, senador romano, avô de Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel).
Flavia Cornélia (Roma-Itália) (de 26 DC a 79 DC)
Nesta encarnação, Chico Xavier era filha do senador romano Publius Cornelius Lentulus (Emmanuel). Arnaldo Rocha confidenciou que quando Chico se lembrava da reencarnação de Flavia sentia muitas dores, porque ela teve hanseníase. Também se percebia um forte odor que se exalava.
Lívia (Ciprus, Massilia, Lugdunm e Neapolis) (de 233 DC a 256 DC)
Foi abandonada numa estrada e achada por um escravo, que trabalhava como afinador de instrumento, e tinha o nome de Basílio (Emmanuel reencarnado). Ele a adota e coloca o nome de Lívia – ler Ave Cristo. Nesta ocasião, Arnaldo Rocha era Taciano, um homem casado que tinha uma filha chamada Blandina (Meimei reencarnada).
Certa vez, os três se encontraram e Taciano chegou a propor uma relação conjugal com Lívia, que era casada com Marcelo Volusian.
Quando a proposta foi feita, Lívia alertou que todos tinham um compromisso assumido, tanto Taciano com sua esposa, quanto ela com o seu marido.
Na oportunidade, Lívia disse: “Além de tudo, nós temos que dar exemplo a essa criança. Imagina ela ter uma referência de pais que abandonam esses compromissos.
Confiemos na providência divina porque nos encontraremos em Blandina num futuro distante”, numa clara alusão ao primeiro encontro entre Arnaldo Rocha e Chico Xavier, na Rua Santos Dumont, em Belo Horizonte, em 1946, quando o médium revelou as mensagens de Meimei do Plano Espiritual.
Clara (França) (por volta de 1150 DC)
Chico Xavier, quando esteve na França, foi nas ruínas dos Cátaros e se lembrou quando, em nome da 1ª Cruzada, toda uma cidade foi às chamas. Essa lembrança foi dolorosa para Chico. No século seguinte, a 2ª Cruzada foi coordenada por Godofredo de Buillon (Rômulo Joviano encarnado – patrão de Chico Xavier na Fazenda Modelo em Pedro Leopoldo), que tinha um irmão chamado Luis de Buillon (Arnaldo Rocha reencarnado), casado com Cecile (Meimei ou Blandina reencarnada). Godofredo e Luis tinham mais um irmão, com o nome de Carlos, casado com Clara (Chico Xavier, reencarnado).
Meimei, no livro “Meimei Vida e Mensagem”, de Wallace Leal Rodrigues, descreve todos esses nomes, sem falar das reencarnações, e se refere a Chico como quem tem o afeto das mães, numa clara citação das várias encarnações femininas que teve o médium: “… Meu afeto ao Carlos, Dorothy, Lucilla, Cleone e a todos os que se encontram mencionados em nossa história, sem me esquecer do Chico, a quem peço continue velando por nós com o afeto das mães, cuja ternura é o orvalho bendito, alertando-nos para viver, lutar e redimir” (mensagem psicofônica de Meimei pelo médium Chico Xavier, em 13 de agosto de 1950).
Lucrezja di Colonna (Itália) (Século XIII)
Nesta encarnação, Chico Xavier nasceu na família de Colonna, assim como Arnaldo Rocha, que era Pepino de Colonna, e Clóvis Tavares, na época Pierino de Colonna. Os três viveram na época de Francisco de Assis e tiveram contatos, encarnados, com este espírito iluminado.
Joanne D’Arencourt (Arras-França) (Século XVIII)
Joanne D’Arencourt fugiu da perseguição durante a Revolução Francesa sob a proteção de Camile Desmoulins (Luciano dos Anjos, reencarnado). Veio desencarnar tuberculosa em Barcelona em 1789.
Joana de Castela (Espanha) (1479 a 1556)
Joana de Castela era filha de reis católicos – Fernando de Aragão (Rômulo Joviano, encarnado) e Isabel de Castela. Casou-se com Felipe El Hermoso, neto de Maximiliano I, da Áustria, da família dos Habsburgos. O casamento foi político, mas apressado pelo grande amor que existia. Desde criança, Joana via espíritos e, por viver numa sociedade católica, era considerada como louca. Com a desencarnação dos pais de Joana, o marido Felipe e, o pai dele, Felipe I (Arnaldo Rocha reencarnado) disputavam o trono.
Para evitar que Joana de Castela assumisse, acusaram ela de louca, porque via e falava com os espíritos. Depois que Felipe desencarnou, Joana foi enclausurada por 45 anos em Tordesilhas, na Espanha. A dor era muito grande, mas o que a consolava era o contato com os espíritos. A clausura tem muita relação com a vida de Chico Xavier. Foi uma espécie
de preparação para o que viria. Chico sempre foi muito popular, mas fazia questão de sair do foco para que a Doutrina Espírita fosse ressaltada.
Ruth Céline Japhet (Paris-França) Encarnação anterior à de Chico
Xavier (1837/1885)
Sua infância lembra os infortúnios de Chico Xavier, tal a luta que empreendeu pela saúde combalida. Era médium desde pequena, mas só por volta dos 12 anos começou a distinguir a realidade entre este mundo e o espiritual. Na infância, confundia os dois. Acamada por mais de dois anos, foi um magnetizador chamado Ricard quem constatou que ela era médium (sonâmbula, na designação da época), colocando-a em transe pela primeira vez. Filha de judeu, Ruth Céline Japhet contribuiu com Allan Kardec para trabalhar na revisão de “O Livro dos Espíritos” e do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, durante as reuniões nas casas dos Srs. Roustan e Japhet. Isso pode explicar por que Chico sabia, desde pequeno, todo o Evangelho. Em palestra proferida em Niterói no dia 23 de abril, o médium Geraldo Lemos Neto citou este fato: “Desde quando ele tinha cinco anos de idade, Chico guardava integralmente na memória as páginas de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. A história de Chico Xavier todos nós sabemos. Ele somente veio ter contato com a Doutrina Espírita aos 17 anos de idade”, finalizou.
Para contrariar o pressuposto de que Chico Xavier foi Allan Kardec, o próprio médium mineiro relatou a admiração pelo codificador em carta publicada no livro “Para Sempre Chico Xavier”, de Nena Galves: “Allan Kardec vive. Esta é uma afirmativa que eu quisera pronunciar com uma voz que no momento não tenho, mas com todo o meu coração repito: Deus engrandeça o nosso codificador, o codificador da nossa Doutrina. Que ele se sinta cada vez mais feliz em observar que as suas idéias e as suas lições permanecem acima do tempo, auxiliando-nos a viver. É o que eu pobremente posso dizer na saudação que Allan Kardec merece de todos nós.
Sei que cada um de nós, na intimidade doméstica, torná-lo á lembrado e cada vez mais honrado não só pelos espíritas do Brasil, mas de todo o mundo. Kardec vive”.
PUBLICADO NO JORNAL CORREIO ESPÍRITA EM JUNHO DE 2010
Pinga Fogo
Em 28 de julho e 21 de dezembro de 1971, a extinta TV Tupi Canal 4 de
São Paulo apresentou, em seu programa jornalístico de entrevistas
“Pinga-Fogo”, Chico Xavier, respondendo perguntas dos jornalistas Saulo
Gomes, Reali Jr., Helle Alves, Herculano Pires, Freitas Nobre, Vicente
Leporace, Durval Monteiro, dentre outros.
Nestes programas que apresentaram aos brasileiros em rede nacional o que era o Espiritismo – doutrina codificada por Allan Kardec, Chico Xavier deixou ensinamentos valiosos para milhões de pessoas de todas as classes.
O primeiro programa, previsto para durar 60 minutos, durou quase três horas. E o segundo, que durou quatro horas, consagraram definitivamente Francisco Cândido Xavier e a doutrina espírita perante o Brasil e os Brasileiros.
Veja alguns trechos dos programas através dos links abaixo.
Nestes programas que apresentaram aos brasileiros em rede nacional o que era o Espiritismo – doutrina codificada por Allan Kardec, Chico Xavier deixou ensinamentos valiosos para milhões de pessoas de todas as classes.
O primeiro programa, previsto para durar 60 minutos, durou quase três horas. E o segundo, que durou quatro horas, consagraram definitivamente Francisco Cândido Xavier e a doutrina espírita perante o Brasil e os Brasileiros.
Veja alguns trechos dos programas através dos links abaixo.
Frase de Chico Xavier
''Não há problema que não possa ser solucionado pela paciência.
Chico Xavier''
Inicio
“Sabemos que precisamos de certos recursos, mas o Senhor não nos
ensinou a pedir o pão, mais dois carros,mais um avião... Não
precisamos de tanta coisa para colocar tanta carga em cima de nós.
Podemos ser chamados hoje à Vida Espiritual...”
“Tudo que criamos para nós, de que não temos necessidade, se transforma em angústia, em depressão...”
“A doença é uma espécie de escoadouro de nossas imperfeições; inconscientemente, o espírito quer jogar para fora o que lhe seja estranho ao próprio psiquismo.”
Na realidade, toda doença no corpo é processo de cura para a alma.
Abençoemos aqueles que se preocupam conosco,que nos amam, que nos atendem as necessidades... Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo. A amizade é uma dádiva de Deus. Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar solidão!”
“A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma.
Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico.”
“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento:
NÃO JULGAR, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”
“Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar...
Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... ....Ninguém tem o direito de se omitir”
“O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.”
Sempre recebi os elogios como incentivos dos amigos para que eu venha a ser o que tenho consciência de que ainda não sou...”
Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!...”
“A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio...Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito...”
“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido.“Confesso a vocês que não vi o tempo correr...
Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta.
A única coisa que espero depois da minha desencarnação,
é a possibilidade de poder continuar trabalhando.”
“Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a chegada da noite – tendo confiança que, em breve, de novo há de raiar o sol...”
“Tudo tem seu apogeu e seu declínio...É natural que seja assim; todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!. Novas folhas, novas flores, na indefinida bênção do recomeço!...”
“Ah... Mas quem sou eu senão uma formiguinha, das menores, que anda pela Terra cumprindo sua obrigação!”
"Tudo o que Jesus falou no Sermão da Montanha foi ao coração, ao sentimento. Não disse nada ao raciocínio, porque é pela inteligência que caímos.
Ele não disse: Bem-aventurados os inteligentes. Chegou mesmo, certa vez, a dar graças ao Pai por ter ocultado os segredos do céu aos sábios e inteligentes. Quem cai pelo amor, o próprio motivo da queda faz que se reerga, mas quem cai pela inteligência não se sente caído."
Justiça e misericórdia
"Toda vez que a Justiça Divina nos procura para acerto de contas, se nos encontra trabalhando em benefício dos outros, manda a Misericórdia Divina que a cobrança seja suspensa por tempo indeterminado."
Resposta Divina
“O Velho Testamento, que é a palavra dos profetas, é o homem desesperado com os problemas da vida criados por ele mesmo, batendo à porta de Deus.”
“O Novo Testamento, contendo os ensinamentos de Jesus, é a resposta de Deus ao homem de todos os tempos.”
O Evangelho e o acaso
"Toda vez que as circunstâncias te induzam a ouvir as verdades do Evangelho, não penses que o acaso esteja presidindo a semelhantes eventos. Forças divinas estarão agindo a fim de que te informes quanto ao teu próprio caminho."
“Quem é perseguido, muitas vezes ainda consegue ir adiante, principalmente se estiver sendo perseguido de maneira injusta, mas quem persegue não sai do lugar”.
Tenho sofrido muitas perseguições da parte de espíritos inimigos da Doutrina, mas dizendo-lhes com sinceridade, as maiores dificuldades que enfrento para perseverar no serviço da mediunidade são oriundas de minhas próprias imperfeições”.
"Toda vez que descuidamos do patrimônio do corpo, abusando e afrontando os perigos da vida e chegamos à morte, esta morte não vem de Deus.
Tudo o que vem de Deus, vem devagar."
Perante o sofrimento
"O espírita chora escondido. Depois, lava o rosto e vai atender a multidão sorrindo."
Além do cansaço
"Outro dia me perguntaram por que eu continuo trabalhando, apesar da enfermidade, das limitações. Respondi:
- Estou doente, mas ainda não cheguei à inutilidade. Ou fazemos ou fica por fazer. Ninguém pode fazer o que temos que fazer. A gente tem que agüentar. A desistência do dever gera um complexo de culpa muito grande."
“O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.”
Nenhuma atividade no bem é insignificante... As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes. A repercussão da prática do bem é inimaginável... Para servir a Deus, ninguém necessita sair do seu próprio lugar ou reivindicar condições diferentes daquelas que possui.”
“Os Espíritos Amigos sempre mostram disposição de nos auxiliar, mas é preciso que, pelo menos, lhes ofereçamos uma base... Muitos ficam na expectativa do socorro do Alto, mas não querem nada com o esforço de renovação; querem que os espíritos se intrometam na sua vida e resolvam seus problemas... Ora, nem Jesus Cristo, quando veio à Terra, se propôs resolver o problema particular de alguém... Ele se limitou a nos ensinar o caminho, que necessitamos palmilhar por nós mesmos.”
"Nunca quis mudar a religião de ninguém, porque, positivamente, não acredito que a religião a seja melhor que a religião b... Nas origens de toda religião cristã está o Pensamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem seguir o Evangelho... Se Allan Kardec tivesse escrito que “fora do Espiritismo não há salvação”, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu “Fora da Caridade”, ou seja, fora do Amor não há salvação...”
“O desespero é uma doença. E um povo desesperado, lesado por dificuldades enormes, pode enlouquecer, como qualquer indivíduo. Ele pode perder o seu próprio discernimento. Isso é lamentável, mas pode-se dizer que tudo decorre da ausência de educação, principalmente de formação religiosa.”
“O sentimento de ódio é um processo de auto-obsessão.”
“Sei que sou um espírito imperfeito e muito endividado, com necessidade constante de aprender, trabalhar , dominar-me e burilar-me, perante as Leis de Deus.”
“Gente há que desencarna imaginando que as portas do Mundo Espiritual irão se lhes escancarar... Ledo engano! Ninguém quer saber o que fomos, o que possuíamos, que cargo ocupávamos no mundo; o que conta é a luz que cada um já tenha conseguido fazer brilhar em si mesmo...”
"Sem a idéia da reencarnação, sinceramente, com todo respeito às demais religiões, eu não vejo uma explicação sensata, inclusive, para a existência de Deus.”
"Uma das coisas que sempre aprendi com os Benfeitores Espirituais é não tolher o livre arbítrio de ninguém; os que viveram na minha companhia sempre tiveram a liberdade para fazer o que quiseram...”
"Existem pessoas que se sentem ofendidas, magoadas por qualquer coisa: à mais leve contrariedade, se sentem humilhadas... Ora, nós não viemos a este mundo para nos banhar em águas de rosas... Somos espíritos altamente endividados - dentro de nós o passado ainda fala mais alto... Não podemos ser tão suscetíveis assim..."
“Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar... As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.”
"Emmanuel sempre me ensinou assim:
- Chico, se as críticas dirigidas a você são verdadeiras, não reclame; se não são, não ligue para elas...”
“Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa das inúmeras que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado, e não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse...”
“Emmanuel sempre me disse:
- Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca...”
“Abençoemos aqueles que se preocupam conosco, que nos amam, que nos atendem as necessidades... Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo... A amizade é uma dádiva de Deus... Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar a solidão!”
“A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico...”
“Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar... Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... Ninguém tem o direito de se omitir.”
“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”
“O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.”
"Sempre recebi os elogios como incentivos dos amigos para que eu venha a ser o que tenho consciência de que ainda não sou...”
"Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!...”
“A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio... Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito...”
“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido.”
“Confesso a vocês que não vi o tempo correr... Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta. A única coisa que espero depois da minha desencarnação é a possibilidade de poder continuar trabalhando.”
“A revolução em que acredito é aquela ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo que começa pela corrigenda de cada um, na base do façamos aos outros aquilo que desejamos que os outros nos façam.”
"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
Na Nossa Doutrina,não deveria haver lugar para tantas intrigas ...Foram as intrigas humanas que deturparam o movimento cristão em seus primeiros tempos e que continuam ,até hoje ,entravando o progresso espiritual dos que deles não sabem se desvencilhar.
220
O problema das drogas, que, em última análise, diz respeito a todos... Quem é que não tem hoje ,próximo ou distante,um um parente envolvido com elas?!Tenho escutado muitos pais, muitas mães, muitos avós... Nos Estados Unidos, as drogas praticamente estão comprometendo uma geração. Devemos combater ,com veemência ,este problema:nas escolas ,nos ambientes de trabalho e ,sobretudo ,nos lares...Não podemos assistir ,impassíveis aos nossos jovens sendo vítimas de traficantes.A propaganda contra as drogas ainda é muito tímida.De meia em meia hora ,a televisão deveria combater o problema ,o Rádio ,o Jornal...Os livros escolares deveriam ,no processo de alfabetização ,já começar esclarecendo a criança contra os perigos das drogas- um vírus que tem matado mais gente que os agentes viróticos mais violentos.A propaganda contra o uso de drogas tem que ser maciça – nos intervalos dos shows ,nas partidas de futebol,nas missas,nas reuniões espíritas...
260
Oro todos os dias pelas mães que perderam filhos, sobretudo em condições trágicas, como um assassinato, por exemplo. Deus há de se compadecer de todas elas!...
261
Hoje ouvimos falar de muitos crimes cometidos por meninos de 10,14 anos... Deveríamos tratar de códigos que dessem a maioridade aos 14 anos.A criança é chamada a memorizar as suas vidas passadas muito depressa ,motivada pela televisão ,etc.Precisávamos da criação de leis que ajudem a criança a não se fazer delinqüente nem viciada.O governo não pode ser responsável por todas as nossas modalidades de penúria;não podemos exigir que os ministros venham a fazer intervenções em nossas vidas familiares .O problema da penúria é nosso .Não temos uma disposição muito ativa em torno da criança ,tal qual nos acontece ,almoça todo dia ,estuda todo dia ,toma banho todo dia...
319
O nosso Carnaval era simples, as pessoas saíam cantando... Hoje o Carnaval custa milhões ...Vão dizer que é turismo ,mas é negativo,é um dispêndio de força e de vida humana .Depois do Carnaval ,aparecem as listas :tantos mortos no sábado ,no domingo ,na segunda,na terça...Por que não houve tantos mortos nos outros sábados ou nos outros domingos?Foram vítimas dos excessos a que nos entregamos, porque não sabemos viver. Temos escolas maravilhosas,exercícios físicos ,o mundo da ginástica ,que nos ajuda a conservar a saúde ,as nossas universidades ,que são verdadeiros mundos de cultura – nunca vi uma escola para ensinar a pessoa viver ,a viver com o que tem ,com o que somos ,com os recursos que possamos adquirir...
320
As escolas, muitas delas, se desvirtuaram; informam, mas não formam; ilustram, mas não educam... As escolas do passado preocupavam-se mais com o coração.Hoje ,todo mundo só quer saber do diploma ...Antes ,os professores oravam com agente,dentro da sala,agora ,muitos deles são os primeiros a dizer que não acreditam em Deus...
Textos retirados do livro O Evangelho de Chico Xavier Carlos Baccelli
“Tudo que criamos para nós, de que não temos necessidade, se transforma em angústia, em depressão...”
“A doença é uma espécie de escoadouro de nossas imperfeições; inconscientemente, o espírito quer jogar para fora o que lhe seja estranho ao próprio psiquismo.”
Na realidade, toda doença no corpo é processo de cura para a alma.
Abençoemos aqueles que se preocupam conosco,que nos amam, que nos atendem as necessidades... Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo. A amizade é uma dádiva de Deus. Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar solidão!”
“A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma.
Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico.”
“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento:
NÃO JULGAR, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”
“Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar...
Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... ....Ninguém tem o direito de se omitir”
“O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.”
Sempre recebi os elogios como incentivos dos amigos para que eu venha a ser o que tenho consciência de que ainda não sou...”
Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!...”
“A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio...Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito...”
“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido.“Confesso a vocês que não vi o tempo correr...
Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta.
A única coisa que espero depois da minha desencarnação,
é a possibilidade de poder continuar trabalhando.”
“Devemos aceitar a chegada da chamada morte, assim como o dia aceita a chegada da noite – tendo confiança que, em breve, de novo há de raiar o sol...”
“Tudo tem seu apogeu e seu declínio...É natural que seja assim; todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!. Novas folhas, novas flores, na indefinida bênção do recomeço!...”
“Ah... Mas quem sou eu senão uma formiguinha, das menores, que anda pela Terra cumprindo sua obrigação!”
"Tudo o que Jesus falou no Sermão da Montanha foi ao coração, ao sentimento. Não disse nada ao raciocínio, porque é pela inteligência que caímos.
Ele não disse: Bem-aventurados os inteligentes. Chegou mesmo, certa vez, a dar graças ao Pai por ter ocultado os segredos do céu aos sábios e inteligentes. Quem cai pelo amor, o próprio motivo da queda faz que se reerga, mas quem cai pela inteligência não se sente caído."
Justiça e misericórdia
"Toda vez que a Justiça Divina nos procura para acerto de contas, se nos encontra trabalhando em benefício dos outros, manda a Misericórdia Divina que a cobrança seja suspensa por tempo indeterminado."
Resposta Divina
“O Velho Testamento, que é a palavra dos profetas, é o homem desesperado com os problemas da vida criados por ele mesmo, batendo à porta de Deus.”
“O Novo Testamento, contendo os ensinamentos de Jesus, é a resposta de Deus ao homem de todos os tempos.”
O Evangelho e o acaso
"Toda vez que as circunstâncias te induzam a ouvir as verdades do Evangelho, não penses que o acaso esteja presidindo a semelhantes eventos. Forças divinas estarão agindo a fim de que te informes quanto ao teu próprio caminho."
“Quem é perseguido, muitas vezes ainda consegue ir adiante, principalmente se estiver sendo perseguido de maneira injusta, mas quem persegue não sai do lugar”.
Tenho sofrido muitas perseguições da parte de espíritos inimigos da Doutrina, mas dizendo-lhes com sinceridade, as maiores dificuldades que enfrento para perseverar no serviço da mediunidade são oriundas de minhas próprias imperfeições”.
"Toda vez que descuidamos do patrimônio do corpo, abusando e afrontando os perigos da vida e chegamos à morte, esta morte não vem de Deus.
Tudo o que vem de Deus, vem devagar."
Perante o sofrimento
"O espírita chora escondido. Depois, lava o rosto e vai atender a multidão sorrindo."
Além do cansaço
"Outro dia me perguntaram por que eu continuo trabalhando, apesar da enfermidade, das limitações. Respondi:
- Estou doente, mas ainda não cheguei à inutilidade. Ou fazemos ou fica por fazer. Ninguém pode fazer o que temos que fazer. A gente tem que agüentar. A desistência do dever gera um complexo de culpa muito grande."
“O Cristo não pediu muita coisa, não exigiu que as pessoas escalassem o Everest ou fizessem grandes sacrifícios. Ele só pediu que nos amássemos uns aos outros.”
Nenhuma atividade no bem é insignificante... As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes. A repercussão da prática do bem é inimaginável... Para servir a Deus, ninguém necessita sair do seu próprio lugar ou reivindicar condições diferentes daquelas que possui.”
“Os Espíritos Amigos sempre mostram disposição de nos auxiliar, mas é preciso que, pelo menos, lhes ofereçamos uma base... Muitos ficam na expectativa do socorro do Alto, mas não querem nada com o esforço de renovação; querem que os espíritos se intrometam na sua vida e resolvam seus problemas... Ora, nem Jesus Cristo, quando veio à Terra, se propôs resolver o problema particular de alguém... Ele se limitou a nos ensinar o caminho, que necessitamos palmilhar por nós mesmos.”
"Nunca quis mudar a religião de ninguém, porque, positivamente, não acredito que a religião a seja melhor que a religião b... Nas origens de toda religião cristã está o Pensamento de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quem seguir o Evangelho... Se Allan Kardec tivesse escrito que “fora do Espiritismo não há salvação”, eu teria ido por outro caminho. Graças a Deus ele escreveu “Fora da Caridade”, ou seja, fora do Amor não há salvação...”
“O desespero é uma doença. E um povo desesperado, lesado por dificuldades enormes, pode enlouquecer, como qualquer indivíduo. Ele pode perder o seu próprio discernimento. Isso é lamentável, mas pode-se dizer que tudo decorre da ausência de educação, principalmente de formação religiosa.”
“O sentimento de ódio é um processo de auto-obsessão.”
“Sei que sou um espírito imperfeito e muito endividado, com necessidade constante de aprender, trabalhar , dominar-me e burilar-me, perante as Leis de Deus.”
“Gente há que desencarna imaginando que as portas do Mundo Espiritual irão se lhes escancarar... Ledo engano! Ninguém quer saber o que fomos, o que possuíamos, que cargo ocupávamos no mundo; o que conta é a luz que cada um já tenha conseguido fazer brilhar em si mesmo...”
"Sem a idéia da reencarnação, sinceramente, com todo respeito às demais religiões, eu não vejo uma explicação sensata, inclusive, para a existência de Deus.”
"Uma das coisas que sempre aprendi com os Benfeitores Espirituais é não tolher o livre arbítrio de ninguém; os que viveram na minha companhia sempre tiveram a liberdade para fazer o que quiseram...”
"Existem pessoas que se sentem ofendidas, magoadas por qualquer coisa: à mais leve contrariedade, se sentem humilhadas... Ora, nós não viemos a este mundo para nos banhar em águas de rosas... Somos espíritos altamente endividados - dentro de nós o passado ainda fala mais alto... Não podemos ser tão suscetíveis assim..."
“Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar... As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.”
"Emmanuel sempre me ensinou assim:
- Chico, se as críticas dirigidas a você são verdadeiras, não reclame; se não são, não ligue para elas...”
“Graças a Deus, não me lembro de ter revidado a menor ofensa das inúmeras que sofri, certamente objetivando, todas elas, o meu aprendizado, e não me recordo de que tenha, conscientemente, magoado a quem quer que fosse...”
“Emmanuel sempre me disse:
- Chico, quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca...”
“Abençoemos aqueles que se preocupam conosco, que nos amam, que nos atendem as necessidades... Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo... A amizade é uma dádiva de Deus... Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar a solidão!”
“A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico...”
“Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar... Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... Ninguém tem o direito de se omitir.”
“Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.”
“O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.”
"Sempre recebi os elogios como incentivos dos amigos para que eu venha a ser o que tenho consciência de que ainda não sou...”
"Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!...”
“A gente deve lutar contra o comodismo e a ociosidade; caso contrário, vamos retornar ao Mundo Espiritual com enorme sensação de vazio... Dizem que eu tenho feito muito, mas, para mim, não fiz um décimo do que deveria ter feito...”
“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido.”
“Confesso a vocês que não vi o tempo correr... Por mais longa nos pareça, a existência na Terra é uma experiência muito curta. A única coisa que espero depois da minha desencarnação é a possibilidade de poder continuar trabalhando.”
“A revolução em que acredito é aquela ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo que começa pela corrigenda de cada um, na base do façamos aos outros aquilo que desejamos que os outros nos façam.”
"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
Na Nossa Doutrina,não deveria haver lugar para tantas intrigas ...Foram as intrigas humanas que deturparam o movimento cristão em seus primeiros tempos e que continuam ,até hoje ,entravando o progresso espiritual dos que deles não sabem se desvencilhar.
220
O problema das drogas, que, em última análise, diz respeito a todos... Quem é que não tem hoje ,próximo ou distante,um um parente envolvido com elas?!Tenho escutado muitos pais, muitas mães, muitos avós... Nos Estados Unidos, as drogas praticamente estão comprometendo uma geração. Devemos combater ,com veemência ,este problema:nas escolas ,nos ambientes de trabalho e ,sobretudo ,nos lares...Não podemos assistir ,impassíveis aos nossos jovens sendo vítimas de traficantes.A propaganda contra as drogas ainda é muito tímida.De meia em meia hora ,a televisão deveria combater o problema ,o Rádio ,o Jornal...Os livros escolares deveriam ,no processo de alfabetização ,já começar esclarecendo a criança contra os perigos das drogas- um vírus que tem matado mais gente que os agentes viróticos mais violentos.A propaganda contra o uso de drogas tem que ser maciça – nos intervalos dos shows ,nas partidas de futebol,nas missas,nas reuniões espíritas...
260
Oro todos os dias pelas mães que perderam filhos, sobretudo em condições trágicas, como um assassinato, por exemplo. Deus há de se compadecer de todas elas!...
261
Hoje ouvimos falar de muitos crimes cometidos por meninos de 10,14 anos... Deveríamos tratar de códigos que dessem a maioridade aos 14 anos.A criança é chamada a memorizar as suas vidas passadas muito depressa ,motivada pela televisão ,etc.Precisávamos da criação de leis que ajudem a criança a não se fazer delinqüente nem viciada.O governo não pode ser responsável por todas as nossas modalidades de penúria;não podemos exigir que os ministros venham a fazer intervenções em nossas vidas familiares .O problema da penúria é nosso .Não temos uma disposição muito ativa em torno da criança ,tal qual nos acontece ,almoça todo dia ,estuda todo dia ,toma banho todo dia...
319
O nosso Carnaval era simples, as pessoas saíam cantando... Hoje o Carnaval custa milhões ...Vão dizer que é turismo ,mas é negativo,é um dispêndio de força e de vida humana .Depois do Carnaval ,aparecem as listas :tantos mortos no sábado ,no domingo ,na segunda,na terça...Por que não houve tantos mortos nos outros sábados ou nos outros domingos?Foram vítimas dos excessos a que nos entregamos, porque não sabemos viver. Temos escolas maravilhosas,exercícios físicos ,o mundo da ginástica ,que nos ajuda a conservar a saúde ,as nossas universidades ,que são verdadeiros mundos de cultura – nunca vi uma escola para ensinar a pessoa viver ,a viver com o que tem ,com o que somos ,com os recursos que possamos adquirir...
320
As escolas, muitas delas, se desvirtuaram; informam, mas não formam; ilustram, mas não educam... As escolas do passado preocupavam-se mais com o coração.Hoje ,todo mundo só quer saber do diploma ...Antes ,os professores oravam com agente,dentro da sala,agora ,muitos deles são os primeiros a dizer que não acreditam em Deus...
Textos retirados do livro O Evangelho de Chico Xavier Carlos Baccelli
Carta a minha mãe
Quis
visitar-te o anônimo jazigo
Em que a humildade em paz se nos revela,
Contemplo a cruz, antiga sentinela,
Erguida ao lado de um cipreste amigo.
Busco a memória e vejo-te comigo;
Estamos sob o verde da aquarela,
Teu sorriso na túnica singela
É luz brilhando neste doce abrigo.
Recordo o ouro, Mãe, que não quiseste,
Subindo para os sóis do lar Celeste
Para ensinar as trilhas da ascensão.
Venho falar-te, em prece enternecida,
Do amor imenso que me deste à vida,
Nas saudades sem fim do coração.
Em que a humildade em paz se nos revela,
Contemplo a cruz, antiga sentinela,
Erguida ao lado de um cipreste amigo.
Busco a memória e vejo-te comigo;
Estamos sob o verde da aquarela,
Teu sorriso na túnica singela
É luz brilhando neste doce abrigo.
Recordo o ouro, Mãe, que não quiseste,
Subindo para os sóis do lar Celeste
Para ensinar as trilhas da ascensão.
Venho falar-te, em prece enternecida,
Do amor imenso que me deste à vida,
Nas saudades sem fim do coração.
Auta
de Souza
(Soneto recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier,
em reunião pública do Grupo Espírita da Prece, na noite
de 12 de março de 1989, em Uberaba, Minas Gerais)
(Soneto recebido pelo médium Francisco Cândido Xavier,
em reunião pública do Grupo Espírita da Prece, na noite
de 12 de março de 1989, em Uberaba, Minas Gerais)
Existência de Deus
Conta-se que um velho
árabe analfabeto
orava com tanto fervor e com tanto carinho,
cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande
caravana chamou-o à sua presença e lhe
perguntou: Porque oras com tanta fé?
Como sabes que Deus existe, quando nem ao
menos sabes ler? O crente fiel respondeu:
Grande senhor, conheço a existência de
Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
Como assim? Indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-lhe: Quando o senhor
recebe uma carta de pessoa ausente, como
reconhece quem a escreveu? Pela letra.
Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se
informa quanto ao autor dela?
Pela marca do ourives. O empregado sorriu e
acrescentou: Quando passos ao redor da tenda,
como sabe, depois, se foi um carneiro,
um cavalo ou um boi?
Pelas rastros- respondeu o chefe, surpreendido.
Então o velho crente convidou-o para fora da
barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua
brilhava, cercada por multidões de estrelas,
exclamou, respeitoso:
Senhor aqueles sinais, lá encima, não podem ser
dos homens! Nesse momento, o orgulhoso
caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se
na areia e começou a orar também.
orava com tanto fervor e com tanto carinho,
cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande
caravana chamou-o à sua presença e lhe
perguntou: Porque oras com tanta fé?
Como sabes que Deus existe, quando nem ao
menos sabes ler? O crente fiel respondeu:
Grande senhor, conheço a existência de
Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.
Como assim? Indagou o chefe, admirado.
O servo humilde explicou-lhe: Quando o senhor
recebe uma carta de pessoa ausente, como
reconhece quem a escreveu? Pela letra.
Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se
informa quanto ao autor dela?
Pela marca do ourives. O empregado sorriu e
acrescentou: Quando passos ao redor da tenda,
como sabe, depois, se foi um carneiro,
um cavalo ou um boi?
Pelas rastros- respondeu o chefe, surpreendido.
Então o velho crente convidou-o para fora da
barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua
brilhava, cercada por multidões de estrelas,
exclamou, respeitoso:
Senhor aqueles sinais, lá encima, não podem ser
dos homens! Nesse momento, o orgulhoso
caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se
na areia e começou a orar também.
Chico Xavier
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